domingo, 8 de julho de 2012

Cabeça acima do coração.


"Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?" 
(Jeremias 17.9)

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Versículo para pensar.

"Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças". ( Filipenses 4:6 )

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Ateus.


Eu não desrespeito o ateu. Ao contrário, acho que há muito ateu mais perto de ser cristão do que muitos que se dizem seguidores de Cristo.
Normalmente, a pessoa é atéia por não conseguir processar algumas questões da vida e da fé por meio de seu intelecto. É compreensível. A vida é cheia de perguntas que nem a fé consegue responder. E por isso mesmo, a fé se torna necessária para a vida. Fé e inteligência são duas irmãs, não duas inimigas.
Recentemente, um ateu usou um artigo de uma revista para justificar sua falta de fé em Deus. O artigo questionava a validade da Bíblia como um texto inspirado por Deus. Sem entrar em detalhes aqui, o artigo dizia que a Bíblia foi escrita do ponto de vista de seus autores, segundos seus próprios interesses, e que por isso não é confiável como um guia de vida para todos.
Não vou entrar no mérito dessa afirmação mal-informada. Afinal, nenhum cristão consciente crê que a Bíblia foi escrita por Deus, mas sim por homens mesmo. Mas ao invés de dobrar essa esquina, eu gostaria de colocar outros pontos, talvez mais relevantes, para qualquer ateu considerar.
(Antes de prosseguir, um parêntese: Normalmente, por trás do esforço fenomenal de todo ateu em querer “provar” que Deus não existe, que a Bíblia é errada, etc. está um medo de que no final das contas ele mesmo esteja errado… Porque se ele estivesse tão convencido assim, não estaria nem aí para a Bíblia…)
Bem, vamos ao assunto.
A Bíblia não é o único nem o maior problema do ateu… Ele pode dizer o que quiser da Bíblia. Porém, ele tem questões mais importantes, extra-bíblicas, que ele não consegue responder, como:

  • Se Deus não existe, de onde vem o nosso sentimento natural, tão forte, de certo e errado? Por exemplo, quando vemos uma pessoa sendo assaltada, ou agredida, temos um forte sentimento de injustiça, e de até querer ajudar a vítima. Por quê?
  • Quando duas pessoas estão discutindo, sempre ouvimos coisas do tipo, “O que vc acharia se eu fizesse o mesmo com vc?” “Esse assento é meu, eu estava aqui primeiro” “Mas vc prometeu…” “Eu dei um pouquinho do meu, por quê vc não me dá um pouquinho do seu?” O que essas perguntas mostram não é que apenas uma pessoa está chateada com a outra, mas sim que o comportamento observado de alguma forma não adere à um certo padrão de comportamento que o reclamante espera que o agressor conheça e obedeça. Que padrão é esse? Que lei é essa?
  • O ateu não sabe de onde isso vem. Um ser puramente animal não se preocuparia com questões de certo ou errado. Porém esse sentimento de decência humana é comum a todos os povos, desde os primórdios da humanidade. De onde vem esse sentimento de decência, de justiça, que não necessita ser ensinado?
  • Um outro problema do ateu é que apesar dessa lei existir dentro de cada ser humano, nenhum de nós consegue obedecê-la… Todos nós quebramos nossos próprios princípios. Nós não nos comportamos, a todo tempo, como esperamos de nós mesmos e dos outros.
Então, parece que o ser humano passa por um dilema: Há uma lei dentro dele da qual ele não consegue se livrar, de jeito nenhum, e ao mesmo tempo, ele mesmo não consegue sempre obedecer essa lei.
A Bíblia oferece respostas convincentes a esse dilema. Mas é claro, primeiro o ateu tem que vencer o preconceito que ele tem contra esse Livro, para então pegar nele e descobrir o que diz a respeito.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

A experiência da espiritualidade em nosso cérebro


Desde o século 19, especula-se sobre a relação entre a espiritualidade e o cérebro humano e se existe alguma parte ou função do nosso cérebro que proporcione uma conexão com Deus. Mas, foi a partir da década de 1990 que a neuroteologia veio ganhando mais espaço no meio científico e, então, alguns estudos vêm sendo publicados periodicamente por neurocientistas.

A ciência da neuroteologia, também chamada de neurobiologia da religião e da espiritualidade, estuda os processos cognitivos (conhecimento e formas de aprendizado de um indivíduo) e as regiões cerebrais que mais se destacam durante os momentos de fé.

Anteriormente, pesquisadores já haviam observado que durante o processo de oração e meditação, uma determinada região cerebral apresentava menor atividade. O lóbulo parietal direito cuida de áreas cerebrais dedicadas à orientação no espaço e no tempo, dois elementos que desaparecem na experiência da meditação e da oração.

Estudo recente do International Journal of the Psychology of Religion aponta que a situação neurológica correspondente à experiência espiritual é complexa e envolve múltiplas áreas do cérebro. Dessa vez, o lóbulo frontal e também as zonas subcorticais, por exemplo, apresentaram maior atividade durante o mesmo processo de meditação e oração, analisado anteriormente.

Com base nesse estudo, a ciência mostra que existe uma função ou um uso global do cérebro que age como se a espiritualidade fosse algo dinâmico que usasse diferentes partes do cérebro para a sua demonstração. Graças a essas pesquisas, agora há uma confirmação neurológica de como é possível alcançar aspectos muito particulares sobre o indivíduo que tem fé.
"A glória dos jovens é a sua força; e a beleza dos velhos são as cãs". (Provérbios 20:29)